Banheiros públicos do Centro do Rio estão depredados ou interditados

Os Ambulantes sofrem com os banheiros públicos do Centro do Rio interditados. Quando precisam, são obrigados a contar com a compreensão dos lojistas por perto.
As pessoas que trabalham ou circulam pelo Centro do Rio e dependem dos banheiros públicos ficam no aperto. As dez unidades do bairro administradas pela concessionária Adshel foram encontradas apenas quatro funcionando, mesmo assim, algumas em péssimo estado. Outros quatro banheiros estão com defeito e, consequentemente, fora de uso. O do Largo da Carioca está em funcionamento, mas a porta foi arrombada e não fecha. Já o da Praça Pio X, que na Secretaria de Conservação e Meio Ambiente (Seconserma), responsável pela fiscalização do serviço, consta como ativo, foi retirado do local.

Ambulantes sofrem com banheiros públicos interditados

A ambulante Simone de Souza Viana, de 41 anos, que há 30 atua nas imediações do Circo Voador e da Fundição Progresso, na Lapa, lamenta que, dos dois banheiros metálicos instalados no local, só um esteja em funcionamento, ainda assim, monopolizado por moradores de rua, que, segundo ela, arrombaram a porta. Perto dali, há uma Unidade Fornecedora de Alívio (UFA), mas é exclusiva para o público masculino. O jeito, para Simone, é recorrer ao comércio local.

Na Praça Procópio Ferreira, na Central, onde o banheiro metálico também está vandalizado. Foram flagrados dois homens urinando e um terceiro defecando atrás de uma banca de jornal, pertinho do banheiro público interditado.

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