A febre das barbearias clássicas toma conta do Rio

Barba, cabelo, bigode e diversão. Temáticas e com um ar retrô, as barbearias clássicas se tornam uma opção para quem quer empreender na crise.

As novas barbearias inovam com as decorações assinadas por arquitetos. Além de reunir um grupo de pessoas que não querem somente cuidar da aparência, mas também “”tomar um chopp” e fazer novos amigos. Como é o caso da Empório Barber, no Tanque.

Localizada na rua Lopo Saraiva, o empreendimento é um sonho idealizado pelo empresário Alexandre Ferrador, 38 anos. Alexandre trabalhou por 8 anos com o mercado automobilístico, mas por conta da crise, teve que se aventurar em novas áreas.

Fonte: Kaio Serra ( Portal Dialogado )

Uma das maiores adversidades que enfrentou foi a alta carga tributária. De acordo com o SEBRAE, cerca de 60% das empresas fecham até o segundo ano. “Os impostos e a burocracia atrapalham muito quem quer abrir um negócio. Isso atrapalha até o desenvolvimento do país, já que a empresa não contrata”. Diz Alexandre.

Ainda segundo o SEBRAE, antes de abrir um negócio, deve-se estudar a área. “O empresário deve oferecer algo que seja um diferencial do mercado”. Diz o dono da Empório Barber. Alexandre conta ainda que a sua primeira barbearia, na Freguesia, foi aberta em conjunto com um sócio, mas que foram quase 6 meses estudando a área. Dessa forma encontrou um diferencial interessante, a “barboterapia”.

Fonte: Kaio Serra (Portal Dialogado)

Dados do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL Rio) mostram que 11.950 empresas fecharam em 2016 no Estado. Dessas, 4.700 eram da Capital Fluminense.

 

 

Deixe uma resposta