Cães são flagrados nas praias do Rio, apesar da proibição

Legislação proíbe animais domésticos nas praias devido a risco de contaminações. Donos de cães desrespeitam normas, mesmo conscientes da restrição.

Uma lei municipal proíbe a presença de animais na areia das praias da Rio. Apesar da legislação, baseada em questões de saúde pública, donos de cachorros a desrespeitam com frequência. Em todas as praias são constantes os flagrantes dos animais tanto na areia quanto na água.

Presença de cães em praias do Rio gera advertência

A lei municipal que proíbe a presença de animais na areia das praias do Rio estabelece que a fiscalização deve ser feita pela Guarda Municipal. O descumprimento não gera multa, e sim, uma advertência sobre a retirada do animal do local. Quem não cumprir, pode ser conduzido à delegacia com ajuda da Polícia Militar. Em caso de cachorro sem dono, o centro de zoonoses deve ser avisado. Outra exigência imposta pela legislação é que nas calçadas os cães sejam conduzidos com guia pelos donos.

No começo de julho, um guarda municipal levou duas facadas nas costas na Praia do Pepê, na Barra da Tijuca, porque pediu para um homem que estava com um cachorro sair da areia.

A secretária bilíngue Cristine Dodel admite saber que a lei proíbe a presença de animais nas praias. “A gente faz isso às vezes, mas sabemos sim é proibido”, disse. Questionada sobre o motivo que então a leva a descumprir a norma, ela justifica a falta de área de lazer para cães na cidade.

“Sempre tentamos não fazer isso porque tem gente que não gosta. Ficamos um pouquinho, depois vamos embora, tentando não incomodar. Tem gente que faz coisa pior. Mas, não é certo. Se não é permitido não é certo com certeza”, argumentou Cristine.

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