Ciclistas correm risco com a falta de ligação entre ciclovias

Os ciclistas do Rio de janeiro são expostos a situações risco diariamente. Isso porque mesmo com os 458 quilômetros de malha cicloviária, ainda falta ligação entre ciclovias, ciclofaixas e vias.

A promessa de conectar a Tijuca ao Centro com ciclovias nunca saiu do papel. O que faz com que os velocipedistas pedalem a outro bairro em meio aos carros ou a disputar espaço na calçada, para chegar ao destino desejado.

Ciclistas convivem com buracos e remendos

As ciclovias da Lapa até o Aterro, as ruas internas do Catete ou Ipanema, do Parque Madureira e do entorno do Engenhão são completamente isoladas. Isso sem falar que o calçamento também é um perigo. São muitos buracos, remendos e calombos que contribuem também para os acidentes.

Com tantos problemas, é questionável o exemplo do Rio para sediar o Velo-city. Esse evento internacional, pela primeira vez no Rio, reúne conferências e palestras voltadas para ciclistas urbanos.

A meta da prefeitura é instalar mais 50 quilômetros de ciclovia até 2020. Enquanto isso, a Secretaria municipal de Conservação aguarda a liberação de verba para a manutenção das faixas dos ciclistas.

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