Projeto Turismo Presente é planejado pela Riotur

Diante dos sucessivos casos de violência, o presidente da Riotur, Marcelo Alves, planeja criar o Turismo Presente, para patrulhar 18 áreas da cidade.

Nos moldes das operações Segurança Presente, o novo programa deve contar com recursos privados para custear cerca de 500 guardas municipais e policiais militares e civis. Além de integrantes das Forças Armadas, em esquema de segundo emprego.

Turismo Presente custaria R$ 25 milhões por ano

As áreas de atuação do Giat serão as praias da Barra, Recreio, Leblon, Ipanema, do Arpoador, Copacabana e do Leme, além de Corcovado, Floresta da Tijuca, Jardim Botânico, Maracanã, Rodoviária Novo Rio, Boulevard Olímpico, Santa Teresa, Lapa e Pão de Açúcar. E também os aeroportos Santos Dumont e Galeão-Tom Jobim.

O programa Segurança Presente foi inspirado no projeto Lapa Presente, que começou em janeiro de 2014, custeado pelo estado. Por meio de uma parceria com o Sistema Fecomércio-RJ, as operações foram levadas ao Méier. A Lagoa Rodrigo de Freitas e ao Aterro, em dezembro de 2015.

Em julho do ano passado, a iniciativa chegou ao Centro. Com custos divididos entre a federação do comércio e a prefeitura. Por enquanto, não há previsão do projeto ser expandido.

Segundo o estado, nas cinco regiões que ganharam o programa, foram feitas cerca de 11 mil prisões em flagrante. E apreendidas 55 armas de fogo. Nas áreas das operações, o patrulhamento é feito a pé, de bicicleta e de motocicleta por policiais militares e civis, que filmam as abordagens. Todas as equipes são monitoradas por GPS.

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