Extensão do auxílio emergencial permite mais duas parcelas

A extensão do auxílio emergencial foi confirmada nesta terça-feira (30) por integrantes da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. O governo federal decidiu aceitar a proposta do Congresso Nacional e pagará mais duas parcelas de R$600 aos beneficiários.

Inicialmente, o governo propôs pagar mais três parcelas de R$ 300. Depois, passou a defender um escalonamento decrescente, com parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Mas o Congresso Nacional não aderiu.

As contas feitas pela Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado, mostram que cada parcela do auxílio custa, por mês, R$ 50 bilhões aos cofres públicos.

E, para a extensão do auxílio emergencial acontecer, o governo não precisou enviar nova proposta ao Congresso. Isto porque a lei que criou o auxílio deu ao governo o poder de renovar o benefício, mas apenas com parcelas iguais às iniciais, aprovadas em abril.

Durante uma live, o ministro da Economia Paulo Guedes disse que o governo injetou R$ 1 trilhão na economia brasileira durante o período complicado da pandemia do novo coronavírus. “O mês de abril já mostrou uma recuperação. Tudo está mostrando uma recuperação em abril. E em 15 dias de junho, já igualamos de abril inteiro. Tem R$ 1 trilhão em recursos“, afirmou.

Guedes ainda disse que o Brasil poderá surpreender o mundo. “O Brasil é o único país do mundo que está aumentando exportações. As exportacões continuam subindo, porque as plantações continuam vingando. Acho que o Brasil tem condições de surpreender. Acho que temos condições de uma recuperação economia antes até de outros países“.

Ademais, o auxílio emergencial se destina a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e desempregados que cumpram os requisitos previstos em lei, como a ausência de emprego formal ativo. Além disso, agentes públicos, ocupantes de cargos temporários e titulares de mandato eletivo, não têm direito ao benefício.

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