Quem receber o auxílio emergencial pode ter que devolver, entenda

Quem recebeu ou vai receber os R$ 600,00 do auxílio emergencial poderá ter que devolver no ano que vem. Segundo uma alteração na lei do auxílio, o dinheiro poderá ser apenas um empréstimo para os beneficiários se recuperarem financeiramente ao longo do ano.

A mudança da lei do auxílio emergencial não permite que quem tenha recebido mais que R$ 28.559,70 em 2018 receba o recurso. Portanto, isso exclui pessoas que tinham uma determinada renda há dois anos, mas que precisam da ajuda do governo na crise atual.

Devido à uma mudança feita pelo Senado e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, quem receber ao longo de 2020 mais que o limite de isenção do Imposto de Renda terá que devolver integralmente no ano que vem o auxílio que recebeu. Cabe ressaltar que as parcelas do auxílio não são calculadas na renda anual.

A Câmara e o Senado adicionaram a obrigação de devolver o auxílio se a pessoa terminar 2020 com renda acima do limite de isenção do imposto de renda.

De acordo com o senador Esperidião Amin (PP-SC), relator do texto final, um acordo havia sido feito com o governo para aprovar as alterações, que juntas formariam um critério mais justo para analisar quem tem direito às parcelas de R$ 600 (ou R$ 1.200 para mulheres chefe de família).

Auxílio emergencial: Caixa libera QR Code para pagamentos em lojas 

A Caixa lançou no último dia 29 a possibilidade dos beneficiários do auxílio emergencial realizarem pagamentos via QR Code em estabelecimentos comerciais. O mesmo, permite aos beneficiários fazerem compras sem a necessidade do uso do cartão ou do dinheiro. A funcionalidade está disponível no aplicativo do Caixa Tem, que também é utilizado para movimentar os recursos do auxílio emergencial.

Segundo a Caixa, essa modalidade de pagamento estará disponível em até três milhões de estabelecimentos entre supermercados, farmácias, atacadistas e pequenos comércios.

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