Ambev, Uber e Dream Factory querem patrocinar carnaval do Rio

Para o carnaval de rua, três empresas apresentaram propostas: Ambev, Uber e a Dream Factory. Até então, somente a proposta da Ambev foi aprovada. A empresa de bebidas vai investir R$ 8,1 milhões;].
A Uber ofereceu R$ 10 milhões, mas quer obter os recursos através da Lei Rounet. A Dream Factory, empresa de entretenimento, há anos é contratada pela prefeitura para fazer o carnaval de rua da cidade. Captando patrocinadores, se propõe a pagar despesas de R$ 74.392.949, divididas por três anos, em troca da exclusividade. Como fogem do escopo do chamamento público, essas duas propostas serão analisadas pela comissão julgadora da Riotur.

Riotur quer conseguir R$ 56 milhões em patrocínio para o carnaval de 2018

Na verdade, a Riotur quer conseguir R$ 56 milhões em patrocínio para o carnaval de 2018. Deixando de fora o Sambódromo, que, por contrato, é responsabilidade da Liesa. Ou seja, desse dinheiro não poderão sair os R$ 6,5 milhões extras prometidos pelo prefeito Marcelo Crivella. São para as 13 escolas do Grupo Especial, que tiveram a sua subvenção cortada de R$ 26 milhões para R$ 13 milhões.

Os mesmos R$ 56 milhões representam o total que a administração passada reservou para pagar as despesas com o carnaval de 2017, incluindo as subvenções das escolas e o carnaval de rua. Dessa conta, R$ 20 milhões foram de patrocínios.

Para o Carnaval 2018 a Riotur ofereceu 13 cotas de patrocínio (uma master, de R$ 20 milhões, duas de R$ 8 milhões e dez de R$ 2 milhões) englobando palcos, bailes populares, blocos de rua, blocos de embalo e enredo, o baile da Cinelândia e a festa na Avenida Intendente Magalhães.

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