Agência cuiabana oferece intercâmbio para adolescentes na Austrália e Nova Zelândia

Katia Mackenzie, diretora da ‘Discovery Education’ e moradora da Nova Zelândia há 28 anos, leva adolescentes para seu atual país e para a Austrália há mais de vinte anos. Também mandou o próprio filho, aos catorze, para a Alemanha, e garante que os benefícios são incontáveis: “além da língua, eles voltam mais independentes, mais responsáveis e mais gratos”.

Sobre o Programa:

O programa é feito com adolescentes de 14 a 17 anos, que ficam de um trimestre a um ano estudando fora, em escolas cadastradas da Austrália ou da Nova Zelândia. Os estudantes ficam em casas de famílias hospedeiras, estudam meio período e tem a obrigatoriedade de fazer cinco matérias obrigatórias, mais uma eletiva.

Durante este período, os alunos são acompanhados pela escola, pela família e também pela Discovery, agência receptiva.

Segundo Kátia, a ideia de fazer intercâmbio cada vez mais cedo tem se popularizado no mundo. “É difícil no Brasil, mas os asiáticos mandam seus filhos a partir de nove anos de idade”, afirma.

Benefícios

A fluência na língua estrangeira é apenas um deles, pois os adolescentes também voltam mais independentes, responsáveis e gratos.

“Eu acho que na cultura dos brasileiros os pais são muito doadores, não que as outras culturas os pais não sejam, mas que o brasileiro está muito mimado. Os pais dão tudo, os pais sustentam, o filho não sai de casa até casar, às vezes casa e mora dentro de casa… então somos uma cultura muito dependente, e eles vão pra uma cultura que é independente, e eles vão aprender a se virar”, garante.

Como funciona?

Os alunos podem ir para o programa com idades entre 14 e 18 anos, e é preciso ter inglês acima do intermediário para a Austrália, ou nível elementar para algumas escolas da Nova Zelândia.

O primeiro passo é escolher o país. “Hoje em dia a gente tem mais procura de brasileiros pela Austrália do que pela nova Zelândia, o que é interessante, porque realmente é um país maravilhoso, mas eu fico curiosa, porque a nova Zelândia é tão bom quanto a Austrália, mas é menor, mais quieta, e o adolescente gosta de mais barulho, movimento”, explica Katia. “A diferença entre os dois é basicamente tamanho.

A Austrália é bem maior, tem 25 milhões de habitantes, a nova Zelândia tem menos de cinco milhões, e a segunda maior diferença é o clima, a Austrália é um país tropical, principalmente o nordeste da Austrália, onde a gente está baseado, é bem quente, como Cuiabá no verão, mas no inverno esfria um pouco mais. E a nova Zelândia é um país menor, subtropical, mais friozinho. O verão é bem agradável, não chega a ser tão quente, e o inverno é quando esfria mais”.

Outra diferença está no preço, que na Nova Zelândia varia de acordo com a escola, enquanto na Austrália varia de acordo com o departamento de educação (ou região).

Antes de embarcar

Fechado o programa, antes de embarcar, os alunos e os pais recebem todo o suporte da Experimento.

“Quando a gente tem um aluno que vai fazer o projeto de high school, muda a vida do aluno que sai daqui, muda a vida da família que recebe ele lá, dos filhos dessa família e da família que fica aqui. A gente prepara essa família toda antes desse aluno fazer isso”, garante Magali. “O aluno as vezes já está pronto, mas os pais não. Então a gente tem primeiro um encontro só com os alunos, que eles vão conhecer outro que está na mesma situação que ele, a gente vai conversar, não tem pai e mãe pra isso. (…) E depois a gente tem um encontro com os pais, que vai ser no outro final de semana, em que a gente vai fazer umas simulações com os pais, chamada ‘e se fosse com seu filho?’. Temos um psicólogo pra acompanhar”, finaliza a empresária.

Para conhecer mais sobre o programa, entre em contato com a Experimento, localizada no Shopping Três Américas.

Telefone: (65) 3627-6267 / (65) 99645-3329

 

Fonte da matéria: www.olhardireto.com.br

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