Intercâmbio: mito ou verdade?

Separamos alguns mitos e verdades para desmitificar o tão desejado intercâmbio. Alguns especialistas tiraram essas dúvidas frequentes de muitos. 

1 –  Preparar-se 1 ano antes do intercâmbio

VERDADE.

Quando mais cedo tomar a decisão, mais tempo você terá para pesquisar costumes, fazer os exames e preparar a documentação necessária. Fechar um pacote com antecedência também pode garantir melhores preços.

2- É possível fazer intercâmbio com pouco dinheiro

VERDADE.

Comprar com antecedência, optar por cursos de curta duração e hospedagem em casa de família são medidas que costumam baratear a viagem. Além disso, há instituições que oferecem bolsas para estudar no exterior.

3 – Intercâmbio é valorizado pelo mercado de trabalho

VERDADE.

Segundo Paula Prado, gerente executiva da Abipe (Associação Brasileira de Intercâmbio Profissional e Estudantil), as empresas valorizam muito as competências desenvolvidas durante um intercâmbio, como flexibilidade, respeito ao próximo e convívio com a diversidade.

4 -Não dá para aprender o idioma em cursos de menos de seis meses

MITO.

Existem cursos de idiomas para estudantes com conhecimentos básicos da língua estrangeira e para pessoas que já têm domínio e pretendem fazer cursos curtos para se aprimorar. “Para adquirir fluência, é recomendado que a pessoa que sabe o básico fique de nove meses a um ano estudando no exterior. Para o nível intermediário, seis meses, e para o avançado, até três meses é o suficiente”, Carlos Robles, presidente da Belta (associação de agências de intercâmbio)

5 – Para fazer intercâmbio, é preciso ter domínio do idioma

MITO.

Há cursos para todos os níveis de aprendizagem. “Depende do programa escolhido, mas se o estudante já tiver um conhecimento do idioma, a viagem será mais proveitosa”, afirma Carlos Robles, presidente da Belta (associação de agências de intercâmbio)

6 – Intercâmbio para voluntariado alia crescimento pessoal e profissional

VERDADE: Os intercambistas que escolhem fazer trabalhos sociais em outros países conseguem aprender o idioma e turbinar o currículo, tudo isso com alto grau de satisfação. É possível contratar uma agência de intercâmbio, entrar em contato direto com as organizações não-governamentais ou se inscrever em um programa da AIESEC, uma rede global que encaminha jovens universitários do mundo todo para intercâmbios sociais e profissionais

7. Trabalho temporário pode pagar gastos com viagem

VERDADE.

Alguns intercambistas trabalham para aprimorar a língua estrangeira, conhecer costumes locais e ainda conseguem pagar os investimentos iniciais da viagem. “Cada pessoa que decide fazer um intercâmbio decide também que tipo de experiência que quer viver”, afirma Luisa Perdizes, diretora de intercâmbios da AIESEC (rede de intercâmbio sem fins lucrativos)

8.  Intercâmbio é só diversão

MITO.

O intercâmbio proporciona, além de aprendizagem de um novo idioma, a vivência de novos costumes e novas experiências. Mas não se engane, o pacote também inclui responsabilidades. “Os programas de intercâmbio têm regras a serem seguidas e os participantes são obrigados a assinar um termo de ciência. O descumprimento de regras pode fazer com que a empresa desligue o intercambista do programa”, afirma Paula Prado, gerente executiva da Abipe (Associação Brasileira de Intercâmbio Profissional e Estudantil)

9. É melhor fazer intercâmbio depois de se formar do que durante o ensino médio

MITO

Não há uma idade certa para fazer a viagem. A decisão depende da maturidade e de quais objetivos o intercambista pretende alcançar. “Quanto mais cedo o jovem estiver em contato com um idioma estrangeiro, mais preparado ele estará para futuramente ingressar em uma universidade internacional” afirma Carlos Robles, presidente da Belta (associação de agências de intercâmbio).

10. Morar em casa de família é mais barato do que em residência estudantil

DEPENDE.

Na maioria dos casos, a casa de família é mais barata, porque inclui alimentação e permite que o estudante conheça a cultura local mais de perto. Os especialistas destacam, porém, que é preciso levar em conta o destino, já que os custos com transporte público podem fazer com que os valores se tornem equivalentes. Além do bolso, é preciso levar em conta os costumes da casa. “As regras devem ser levadas a sério, principalmente quando a hospedagem ocorre em casa de família”, afirma Luiza Vianna, da CI (Central de Intercâmbios)

 

Para saber um pouco mais sobre, você pode acessar o blog tudo sobre intercâmbio.

Deixe uma resposta