A definição da transferência parcial do IME para Campinas é adiada para maio de 2018

O Alto Comando do Exército determinou ao Grupo de Trabalho (GT) que aprofunde os estudos de viabilidade do projeto de transferência.

O resultado final deve ocorrer antes da publicação do edital dos concursos do IME e da EsPCEx.

A definição sobre a transferência do primeiro ano das turmas do Instituto Militar de Engenharia (IME) no Rio de Janeiro (RJ) para a Escola de Cadetes (EsPCEx) em Campinas (SP) foi adiada para maio de 2018.

A informação foi confirmada nesta terça-feira (19) pelo Departamento de Ciência e Tecnologia, órgão de direção setorial do Exército.

A determinação do novo prazo é do Alto Comando do Exército, que solicitou aprofundamento dos estudos de viabilidade da transferência, prevista para 2019.

A entrega ocorreu em 30 de novembro para o Estado-Maior do Exército, em Brasília (DF).

Mais sobre o caso

Fundado em 1792, o IME é a escola de engenharia mais antiga do Brasil.

Atualmente a formação de homens e mulheres nas carreiras de engenharia ocorre em cinco anos.

Todos os anos são cursados na sede da instituição, no bairro da Urca, no Rio.

A intenção é mudar o primeiro ano do curso para Campinas semelhante aos aprovados no concurso da EsPCEx.

Os militares seguem os estudos na Academia das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ), após passar um ano na Escola de Cadetes.

A estimativa é que o efetivo da escola aumente em 100 estudantes com a transferência da primeira turma do IME.

No caso das mulheres aprovadas, há alojamento preparado para elas, desde que o ingresso de alunas passou a ser a realidade na Escola de Cadetes no início deste ano.

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