Festa Literária das Periferias tem início nesta sexta, confira a programação

A Festa Literária das Periferias (Flup) tem início nesta sexta (10) e vai até o dia 15 deste mês na comunidade do Vidigal, na ONG Horizonte

A favela na Avenida Niemeyer será palco desta edição da Flup, evento gratuito criado em 2012 com o objetivo de ser um espaço de formação de novos leitores e autores nas periferias das grandes cidades brasileiras.

Festa Literária das Periferias tem início nesta sexta, confira a programação 
Fonte: Divulgação.

A introdução de crianças e jovens a leitura é um dos principais focos da Festa Literária. A FLUP 2017 receberá mais de 40 de escritores nacionais e estrangeiros para discutir temas relacionados às revoluções – entre elas as sexuais, científicas ou da internet. Debates sobre o trabalho infantil e as diversas modalidades de escravidão contemporânea e o racismo serão alguns dos assuntos discutidos na FLUP.

Confira a programação da Festa Literária das Periferias:

Festa Literária das Periferias tem início nesta sexta, confira a programação 
Fonte: Divulgação.
Sexta-feira (10/11)

Acontece às 9h na Vila Olímpica, o Futebol da Flup. Ao meio dia acontece uma  revoada de balões estampados com um texto de Vianinha na Praça do Vidigal. No Galpão da ONG Horizonte, acontece às 19h  Abertura Solene, 19h30  Vianinha, o elo perdido e às 22h – SarALL.

Sábado (11/11)

A atriz Natalia Lage abrirá as atividades com a leitura de uma adaptação do livro “Identidade”, de Felipe Munhoz. Após esse momento, a mesa “A Revolução que não Fizemos” reunirá o jornalista Leonardo Sakamoto e o advogado Tiago Muniz para debater o trabalho infantil e as diversas modalidades de escravidão contemporânea.

À 16h no Galpão da ONG Horizonte, Agora por nós mesmos, Laurent Cantet e Paulo Lins, com mediação de Rodrigo Fonseca , às 18h  Rio Poetry Slam – Chave A, às 19h30 Revolução Através da Palavra, Rockin’ Squat e Gog, com mediação de Eugênio Lima.

Domingo (12/11)

A FLUP promoverá um debate bem atual sobre as revoluções, eleições e o fascismo na era das grandes redes às 14h. Na mesa, Paolo Gerbaudo, referência mundial nos estudos sobre o populismo e as redes sociais. Às 16h Rio Poetry SLAM – Chave B, às 18h  Ventre negro, Françoise Vergès e Djamila Ribeiro, com mediação de Manoel Soares e às 20h Rio Poetry SLAM Chave C.

Segunda-feira (13/11)

As ações começarão com a FLUP Parque, uma gincana literária que contará com a produção de um tapete de sal, um desfile de carnaval e uma batalha de pipas envolvendo a memória de cinco localidades do Vidigal, principalmente aquelas que tiveram maior participação no processo de resistência às remoções.

Na única mesa do dia, criadores e diretores de festivais e eventos artísticos no Brasil vão debater as nefastas interferências da crise política, econômica e moral na cultura brasileira contemporânea.

Terça-Feira (14/11)

Painel  com Saul Williams, o maior nome Spoken Word mundial, que falará sobre a importância dos poetas negros e as suas variadas formas de poesia, às 16:30 com  “Black poets matters” . Às 18h30 Criança feliz, Renato Aragão, com mediação de Rodrigo Fonseca, às 20h30 SLAM: Voz de levante, exibição do documentário de Tatiana Lohman e Roberta Estrela D’Alva.

Quarta-Feira (15/11)

O último dia,  o escritor e ativista queer Sam Bourcier, se reunirá com a arquiteta e blogueira brasileira Charô Nunes para discutir a globalização da ameaça às liberdades individuais e à vida de tudo o que foge ao padrão, às 16:30. Saul Williams fará uma performance de encerramento e posteriormente haverá a final do RIO POETRY SLAM, às 18:30.

 

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