Cigarro: diminuir o consumo, o risco à saúde é menor? Saiba mais

Não existe maneira de diminuir os danos à saúde que não seja parar de fumar. Ou seja, não há uma quantidade segura de diminuição do uso do cigarro para “melhoria” da saúde.

Não é raro ouvir a seguinte frase: “Eu só fumo nos finais de semana”. Será que o risco de quem fuma somente aos finais de semana, ou menos que isso, é menor?

A cardiologista Jaqueline Stoltz informou ao site do programa Global Bem Estar que embora o risco à saúde seja proporcional ao consumo, fumar menos não indeferi nessa questão.

Aumento do risco de infarto

O cigarro aumenta 30% o risco de infarto, informa o cardiologista Roerto Kalil ao programa Bem Estar. Estudos mostram que 30 minutos após aderir ao cigarro existe um aumento na pressão arterial, frequência cardíaca e outras questões do corpo humano.

Tabaco e câncer

O risco de câncer para quem aderi ao cigarro aumenta muito, entretanto, grande partes dos tumores pulmonares (mais de 80%) são associados ao fumo.

Lembrando que é prejudicial não somente a quem fuma mas aos fumantes passivos também. Logo, evite fumar perto de pessoas para que não as prejudiquem com uma escolha que não é delas. Ambientes fechados também são proibidos.

Doenças respiratórias causadas pelo cigarro


  • Tosse, chiado e falta de ar;
  • Bronquite crônica e enfisema;
  • Causa 90% da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e aumenta seu risco em 10 vezes;
  • Laringite (rouquidão);
  • Infecções nas vias respiratórias;
  • Crise de asma.

Doenças cardiovasculares causadas pelo cigarro

  • Triplica o risco de morte por infarto em homens com menos de 55 anos e;
  • Aumenta em 10 vezes o risco de tromboembolia venosa e infarto em mulheres que tomam anticoncepcionais orais;
  • Aumenta o risco de insuficiência vascular periférica causando má circulação nas pernas e impotência sexual.

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