Aglomeração no RJ preocupa especialistas

No último final de semana (20 e 21), em todos os cantos teve aglomeração no RJ. Devido ao calor e a flexibilização da quarentena, cariocas lotaram as praias, bares, restaurantes e comércios. Por outro lado, os especialistas alertam que a situação continua fora de controle e que o comportamento da população é fundamental para reverter o quadro ou torná-lo ainda pior. O Rio de Janeiro já ultrapassou 100 mil casos do novo coronavírus e acumula mais de 9 mil mortes.

Apesar das normas para evitar a aglomeração no RJ, proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda vigorar, diversas pessoas ocuparam as praias da Zona Sul e da Barra da Tijuca.

Mesmo não podendo entrar no mar, as pessoas têm ocupado as areias e também as águas. Muitas, não utilizam máscaras de proteção e não seguem a norma de ficar, pelo menos, a dois metros de distância de outra pessoa. Na Barra, por exemplo, foi possível ver crianças e adultos nas areias, alguns inclusive, jogando vôlei e futebol normalmente.

O mesmo aconteceu no Mercadão de Madureira, famoso centro comercial na Zona Norte do RJ. No primeiro fim de semana após a reabertura das lojas, milhares de pessoas formaram filas para entrar no local. Algumas estavam sem máscaras, incluindo crianças e idosos.

Já na Mureta de Urca, um dos principais pontos boêmios da Zona Sul que reúne jovens à beira da Baía de Guanabara, todos estavam próximos, em grande grupos, consumindo bebida alcoólica e todos sem máscara.

Em São Gonçalo, a situação foi a mesma. Assim sendo, os bares do município ficaram lotados de pessoas que não usavam máscara nem respeitavam o distanciamento social.

Enquanto isso, entre os dias 14 e 20 de junho, foram registrados 8,7 mil novos casos no RJ. O maior número já registrado nas últimas quatro semanas.

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