Autismo: via de acelerar diagnóstico em bebês é desenvolvida

Um método para acelerar o diagnóstico de Autismo em bebês foi apresentado pelas cientistas americanas Cheryl Klaiman e Jennifer Stapel-Wax. Isso, aconteceu no I Congresso Internacional sobre os transtornos do Espectro do Autismo (TEA). Ele foi realizado pela Associação Caminho Azul.

O distúrbio que não tem cura, se diagnosticado de forma precoce permite sintomas mais leves com tratamento a base de terapia. As estudiosas desenvolveram o rastreamento ocular, com o objetivo de diminuir o tempo do diagnóstico.

Desenvolvida no laboratório das pesquisadoras, a tecnologia pode revolucionar o diagnóstico. Porém, ainda serão feitos novos estudos para comprovar a eficiência do método de aceleração do diagnóstico.

Acelerar Diagnóstico do Autismo em bebês pode amenizar sintomas

Os olhos de uma criança são importantes para identificar os sintomas. Ofato desse menor com TEA ser incapaz de encarar outra pessoa nos olhos durante uma conversa é um deles. Por conta disso o rastreamento ocular tem chance de identificar a dificuldade em bebês a partir de seis meses.

Bebês a partir de dois meses portadores desse transtorno podem apresentar os sintomas que são: atividades repetitivas, alterações sensoriais, falta de socialização e ausência ou dificuldade de se comunicar.

Para proporcionar uma melhora nos sintomas de quem tem TEA é preciso diagnosticar o mais rápido possível. Desta forma a criança pode iniciar um tratamento terapêutico ou esportivo.

Pesquisas das Organizações das Nações Unidas (ONU) pressupõe que aproximadamente 1% da população mundial tenha Autismo. No Brasil calcula – se que 2 milhões de pessoas tenha algum grau de TEA e que metade dessas pessoas e nem foram diagnosticadas.

Stapel-Wax explica em entrevista para o Jornal Extra que “o cérebro está se desenvolvendo tão rapidamente nos primeiros 18 meses de vida que devemos aproveitar esse potencial. A detecção e a intervenção precoce fazem toda a diferença em como o autismo se desdobra“, disse ela.

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