Bolsonaro sofreu novas ameaças nas últimas semanas

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Etchegoyen, afirmou que o presidente eleito Bolsonaro sofreu novas ameaças.

“Eu posso falar até 15 dias atrás. Até 15 dias atrás houve mais ameaças”. Disse Etchegoyen ao ser questionado sobre o tema, esclarecendo que esteve fora nas últimas duas semanas e não saberia dizer de casos mais recentes.

Nesta segunda-feira Bolsonaro retuitou, em sua conta na rede social, dois tuítes com ameaças recolhidos pela conta “Ódio do Bem”, que o apoia. Assim, em um deles, o autor escreveu “Matem o Bolsonaro”. Dessa forma, em outro, após uma usuária comentar que sua mãe estava no mesmo voo do presidente eleito, uma pessoa responde: “mande ela dar uma facada para valer dessa vez”.

Diante das ameaças, o general sugeriu cautela na cerimônia de posse em 1º de janeiro. Então, segundo Etchegoyen, o planejamento para o dia ainda não foi fechado e não há definição se Jair Bolsonaro irá desfilar em carro aberto.

“Nós temos um presidente que sofreu um atentado, que vem sofrendo agressões frequentes, basta ver nas mídias sociais, e a quem tem que ser dada a garantia, não só a ele, mas ao vice-presidente, das melhores condições de governo. Assim, certamente a segurança exigirá cuidados mais intensos e precisos”. Disse.

“A decisão será do presidente. Eu presidiria tudo com cautela. Eu recomendaria que todas as medidas tomadas fossem presididas por cautela”. Acrescentou, ao ser questionado sobre os riscos.

Bolsonaro foi alvo de um ataque em que levou uma facada durante campanha, em setembro, em Juiz de Fora (MG). Ele passou por duas cirurgias de emergência e ainda precisará ser operado mais uma vez. Assim, será retirada a bolsa de colostomia que usa desde o ataque.

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