Cidadania

Extensão do auxílio emergencial permite mais duas parcelas

Suellen Christine Sales da Silva
Escrito por Suellen Christine Sales da Silva em 30 de junho de 2020
Extensão do auxílio emergencial permite mais duas parcelas

A extensão do auxílio emergencial foi confirmada nesta terça-feira (30) por integrantes da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. O governo federal decidiu aceitar a proposta do Congresso Nacional e pagará mais duas parcelas de R$600 aos beneficiários.

Inicialmente, o governo propôs pagar mais três parcelas de R$ 300. Depois, passou a defender um escalonamento decrescente, com parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Mas o Congresso Nacional não aderiu.

As contas feitas pela Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado, mostram que cada parcela do auxílio custa, por mês, R$ 50 bilhões aos cofres públicos.

E, para a extensão do auxílio emergencial acontecer, o governo não precisou enviar nova proposta ao Congresso. Isto porque a lei que criou o auxílio deu ao governo o poder de renovar o benefício, mas apenas com parcelas iguais às iniciais, aprovadas em abril.

Durante uma live, o ministro da Economia Paulo Guedes disse que o governo injetou R$ 1 trilhão na economia brasileira durante a pandemia do novo coronavírus. “O mês de abril já mostrou uma recuperação. Tudo está mostrando uma recuperação em abril. E em 15 dias de junho, já igualamos de abril inteiro. Tem R$ 1 trilhão em recursos“, afirmou.

Guedes ainda disse que o Brasil poderá surpreender o mundo. “O Brasil é o único país do mundo que está aumentando exportações. As exportacões continuam subindo, porque as plantações continuam vingando. Acho que o Brasil tem condições de surpreender. Acho que temos condições de uma recuperação economia antes até de outros países“.

Ademais, o auxílio emergencial se destina a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e desempregados que cumpram os requisitos previstos em lei, como a ausência de emprego formal ativo. Além disso, agentes públicos, ocupantes de cargos temporários e titulares de mandato eletivo, não têm direito ao benefício.

Hey,

o que você achou deste conteúdo? Conte nos comentários.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Quem Somos

“Nosso foco é informar com senso crítico tudo o que existe de mais importante na área da segurança, saúde, emprego e do ir e vir do cidadão brasileiro.”