Cidadania

Vacinação contra a Covid-19 no RJ, pode começar em janeiro

Karen de Souza Venancio
Escrito por Karen de Souza Venancio em 6 de janeiro de 2021
Vacinação contra a Covid-19 no RJ, pode começar em janeiro

O secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, divulgou neste domingo (3) detalhes de como a Prefeitura irá seguir o Plano Nacional de Imunização feito pelo Ministério da Saúde. O objetivo do município é iniciar a vacinação contra a Covid-19 neste mês e alcançar cerca de 2,6 milhões de cariocas na primeira etapa.

“A gente começa a vacinar no meio de janeiro, isso já tá certo, agora as datas exatas e quando serão as datas exatas de cada fase serão divulgadas pelo Programa Nacional de Imunizações, pelo ministro [da Saúde, Eduardo] Pazuello”, afirmou Soranz após reunião entre o prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), e o governador em exercício do estado, Cláudio Castro (PSC) no Palácio da Cidade.

Quem são os grupos prioritários?

Em todo o estado, os grupos prioritários somam 5,4 milhões de integrantes. Isto, segundo o secretário do estado de saúde, Carlos Alberto Chaves. Veja abaixo quem pertence a cada fase:

  • Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.
  • Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos.
  • Terceira fase: pessoas com comorbidades.
  • Quarta fase: professores e profissionais das forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e outros trabalhadores de serviços essenciais.

Os 2,6 milhões de cariocas vacinados nesta primeira etapa representam pouco mais de 30% do total de habitantes da cidade (6,7 milhões). Dessa forma, serão necessárias 5.095.910 doses nesta fase, já que a vacina será administrada em duas doses. 

Capital terá 450 pontos de vacinação

A respeito da vacinação, Soranz afirmou que serão 450 pontos de aplicação das doses espalhadas pela cidade. A maioria deles em Clínicas da Família, que são unidades municipais de atenção básica de saúde. “Se não fosse a Clínica da Família, seria muito difícil. São 10,5 mil profissionais de saúde envolvidos. Não é nada simples”, declarou Soranz em coletiva de imprensa.

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