Saúde

Anvisa libera uso de medicamento para o Covid-19

Bruno Albuquerque
Escrito por Bruno Albuquerque em 16 de março de 2021
Anvisa libera uso de medicamento para o Covid-19

A Anvisa libera o uso do medicamento, Remdesivir, para o Covid-19, durante anúncio feito na última sexta-feira (12). A aprovação a aprovação do primeiro remédio para combater o coronavírus. Junto com ele, foi aprovado o registro definitivo da vacina Oxford/Astrazeneca.

Produzido pela farmacêutica Gilead Sciences, o medicamento foi projetado primeiramente para o Ebola. No entanto, ele foi ineficaz contra essa infecção. O antiviral Remdesivir funciona impedindo a proliferação do coronavírus no corpo do hospedeiro. Cabe ressaltar que em 2020, os EUA começaram estudar o seu uso no Covid-19 e apresentou resultados positivos.

Indicações e efeitos colaterais da aprovação da Anvisa

Segundo a Anvisa, o remédio é recomendado para adultos e crianças maiores 12 anos. Os pacientes devem estar internados com quadros de pneumonia e estarem fazendo uso de respirador de oxigênio. Entretanto, para aqueles que necessitam de respiração mecânica, o medicamento é desaconselhável.

Durante os estudos, provou-se que os pacientes que usaram o remédio foram recuperados mais rapidamente. A investigação foi feita com mais mil candidatos que estavam com o quadro grave de pneumonia causada pela Covid-19. Em 50% foi aplicado o antiviral, e na outra metade, aplicaram um placebo. Ao final, foi constatado que o Remdesivir diminuiu o tempo de internação em 30%.

Anvisa libera medicamento, mas OMS adverte

Apesar da decisão da Anvisa que libera do uso do medicamento, a Organização Mundial da Saúde não aconselha o uso do antiviral no tratamento do coronavírus. A decisão independe do estado em que as pessoas estejam com a doença. Ela faz parte de uma série de diretrizes que a organização promove afim de fornecer uma orientação confiável aos médicos sobre o Covid-19.

Registro da Vacina da Oxford/Astrazeneca

Outra aprovação importante tomada pela Anvisa, foi o registro definitivo da vacina Oxford/Astrazeneca para uso contra o Covid-19. A vacina já tinha um registro para uso emergencial, no entanto o registo definitivo possibilitará um maior acesso ao imunizante. Ela é a segunda a ter sido registrada no Brasil, a primeira foi a da Pfizer que ainda não tem um acordo para distribuição no país.

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