Tecnologia

PIX: entenda o novo sistema de pagamento

Nariene da Silva Xavier
Escrito por Nariene da Silva Xavier em 3 de outubro de 2020
PIX: entenda o novo sistema de pagamento

O PIX é um novo meio de pagamentos e transferências desenvolvido pelo Banco Central para facilitar as transações financeiras. Além de servir para compras e pagamento de contas, a expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana. A quantia cai instantaneamente.

fase de cadastramento começa no dia 5 de outubro para que todos se familiarizem com as funções do sistema. O serviço, propriamente dito, será ativado no dia 16 de novembro. O mesmo, permite fazer e receber pagamentos ou transferências via QR Code, link ou inserção dos dados de pessoas físicas e jurídicas, como e-mail, número de celular, CPF ou CNPJ. As chamadas chaves PIX, que funcionarão como uma espécie de “apelido” para identificar o usuário. Com essas chaves, não será preciso mais digitar os dados bancários.

Com o PIX, será possível realizar compras e pagar ao lojista imediatamente pelo celular, via aplicativo da instituição bancária do consumidor, sem precisar de dinheiro, cartão de crédito ou boleto. Os órgãos governamentais também vão aderir ao PIX, para que os cidadãos possam pagar contas e tributos.

Pix terá limite de valores nas transações para reduzir risco de fraudes

O Banco Central (BC) determinou parâmetros que os agentes financeiros devem seguir para limitar os valores das transações feitas no Pix.

Segundo o BC, para o site InfoMoney, as transações no Pix terão um teto conforme a titularidade e o horário da transação. Na maioria delas será o limite que o cliente tem hoje para pagamentos feitos com cartão de débito, mas o limite da TED também foi usado como critério.

Discutimos muito com o Banco Central. Em todos os lugares do mundo tem limitação e, a princípio, não teria aqui. Sempre que se começa um sistema de pagamentos instantâneos, há o risco de fraude. Não ter uma limitação era uma preocupação grande”, afirmou Carlos Eduardo Peyser, diretor de estratégias PME e open banking do Itaú.

No caso de pagamentos via QR Code (dinâmico ou estático), durante dias úteis e entre 6h e 20h, e para uma conta de titularidade diferente, o limite será sempre o mesmo disponibilizado para compras no cartão de débito, que também pode variar a depender de onde o cliente tem conta.

No caso das transações feitas entre 6h e 20h, mas aos sábados, domingos e feriados, para contas de mesma titularidade ou distintas, o limite também será o mesmo disponibilizado para o cartão de débito até 28 de fevereiro. A partir de 1° de março o limite também passará a ser o mesmo da TED.

No caso de transações feitas entre 20h e 6h, para dias úteis, fim de semana e feriados, o limite também será o mesmo disponibilizado para o cartão de débito.

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