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RG Digital em São Paulo é criado a partir de QR Code

Suellen Christine Sales da Silva
Escrito por Suellen Christine Sales da Silva em 19 de agosto de 2020
RG Digital em São Paulo é criado a partir de QR Code

O RG Digital SP foi instaurado pela Polícia Civil de São Paulo. Este, permite aos usuários acessarem a versão digital da nova cédula de identidade (RG) ou solicitarem a segunda via do documento físico. Cabe destacar que o app só permite a criação do RG Digital se o documento físico tiver a versão com QR Code.

A princípio, o RG Digital SP não substitui a cédula de identidade física, mas agiliza processos em estabelecimentos que necessitam de um documento de identificação oficial. O documento virtual só fica disponível em um aparelho celular por vez, e pode ser bloqueado caso haja tentativa de obtenção em outros celulares.

De acordo com a Polícia Civil, 95% da população de São Paulo já tem o RG com QR Code. Além disso, o órgão alerta que quem ainda possui o documento antigo deve providenciar a atualização para poder usar o app.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, as condições para ter acesso ao RG digital são, ter emitido o RG a partir do dia 14 de fevereiro de 2014; possuir numeração do documento vermelha; possuir QR Code, ferramenta de escaneamento para celular, no verso do RG; estar cadastrado no Sistema Automatizado de Autenticação Biométrica (Abis) da Polícia Civil e ter celulares com Android na versão 5.0 ou superiores, ou a partir do iOS 10.

RG Digital SP é exclusivo para maiores de 16 anos

Além do RG Digital, o aplicativo permite solicitar a segunda via do RG físico. Assim sendo, a solicitação pode ser feita somente para pessoas maiores de 16 anos que emitiram o documento a partir de 14 de fevereiro de 2014 (com QR Code no verso).

Dessa forma, a retirada do documento físico deverá ser feita no ponto escolhido pelo usuário após dez dias. Além disso, é necessário que a guia de recolhimento gerada durante o processo esteja devidamente paga.

Ademais, a versão digital do RG fica armazenada no celular gratuitamente e é aceita em todo o território nacional, conforme Lei Federal 7.116/83 e Decreto Federal 9.7278/18, bem como a Portaria DIPOL 109/20. Portanto, em uma abordagem policial, a versão digital deve ser aceita, assim como o documento oficial em papel. O agente de segurança poderá, inclusive, verificar a autenticidade do documento via smartphone.

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